A Polilisina em sua forma alfa-ligada (poli-L-lisina, alfa-PL) é tipicamente produzida por polimerização química ou síntese em fase sólida, enquanto a forma epsilon natural é produzida por fermentação. Ambas as formas são polímeros policatiônicos que interagem eletrostaticamente com componentes carregados negativamente das paredes celulares e membranas microbianas, comprometendo a integridade estrutural e causando morte celular. A forma alfa-ligada também encontra uso como revestimento biomaterial para melhorar a adesão celular em aplicações farmacêuticas e diagnósticas.
Na ciência de alimentos, as preparações de polilisina são avaliadas para conservação de uma ampla gama de produtos alimentícios devido ao seu status GRAS ou equivalente em vários mercados asiáticos e sua estabilidade térmica. Algumas preparações comerciais rotuladas como 'Polilisina' são compostas ou contêm ε-polilisina (veja entrada separada). Níveis de dosagem de 10–200 ppm são tipicamente eficazes na maioria dos sistemas alimentícios.